Amor fraternal
LIÇÃO 04
Sábado, 23 de Janeiro de 2021

Amor fraternal

Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a sua vida pelos seus amigos (João 15:13).
Existem muitos laços que nos unem a nossos semelhantes, à humanidade e a Deus, e essas relações, com seu peso de responsabilidade, são solenes. — Nossa alta vocação, p. 184.
Estudo adicional: Patriarcas e profetas, pp. 654-660 (capítulo 64: “A fuga de Davi”).

Domingo, 17 de janeiro - 1. ESCONDENDO-SE EM COVIS E CAVERNAS
1A) Cite uma ocorrência que revele a nobreza do caráter de Davi — e a origem disso. 1 Samuel 22:1, 3 e 4; Salmos 57:2 e 3.
1Sm 22:1, 3 e 4 — Então, Davi se retirou dali e se escapou para a caverna de Adulão; e ouviram-no seus irmãos e toda a casa de seu pai e desceram ali para ele. [...] 3 E foi-se Davi dali a Mispa dos moabitas e disse ao rei dos moabitas: Deixa estar meu pai e minha mãe convosco, até que saiba o que Deus há de fazer de mim. 4 E trouxe-os perante o rei dos moabitas, e ficaram com ele todos os dias que Davi esteve no lugar forte.
Sl 57:2 e 3 — Clamarei ao Deus Altíssimo, ao Deus que por mim tudo executa. 3 Ele dos Céus enviará seu auxílio e me salvará do desprezo daquele que procurava devorar-me. Deus enviará a Sua misericórdia e a Sua verdade.

A ansiedade de Davi não era só em relação a si mesmo, embora estivesse ciente do perigo que corria. Ele pensava no pai e na mãe, e entendeu que devia procurar outro refúgio para eles. [...] Dessa história, todos podemos aprender preciosas lições de amor filial. [...]
[A família de Davi] entendeu que estariam mais seguros ao lado daquele a quem o profeta Samuel ungiu rei, mesmo sendo ele um fugitivo numa caverna solitária, do que expostos à loucura desvairada de um rei invejoso. [...]
Na caverna de Adulão, a família estava finalmente unida em simpatia e carinho. O filho de Jessé podia fazer melodia com a voz e a harpa enquanto cantava: “Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união!” [Salmos 133:1.] Ele havia provado a amargura da ruim suspeita e da desconfiança de seus irmãos; e a harmonia que tomou o lugar da discórdia trouxe alegria e conforto ao coração do fugitivo. Foi nessa caverna que Davi compôs o Salmo 57. — The Signs of the Times, 7 de setembro de 1888.
Quando a inveja de Saul levou um fugitivo a buscar refúgio no deserto, Davi, isolado do apoio humano, apoiou-se mais firmemente em Deus. — Educação, p. 152.

Segunda-feira, 18 de janeiro - 2. TRABALHANDO EM EQUIPE NA PROVAÇÃO
2A) Quem mais fugiu para juntar-se a Davi na caverna — e como isso foi uma experiência educativa para o ungido fugitivo? 1 Samuel 22:2.
1Sm 22:2 — E ajuntou-se a ele todo homem que se achava em aperto, e todo homem endividado, e todo homem de espírito desgostoso, e ele se fez chefe deles; e eram com ele uns quatrocentos homens.

Não demorou muito para que se unissem ao grupo de Davi outros que desejavam escapar dos caprichos do rei. Muitos haviam perdido a confiança no monarca de Israel, pois podiam ver que ele não era mais guiado pelo Espírito do Senhor. [1 Samuel 22:2 é citado.] Aqui Davi governava um pequeno reino, e nele prevaleciam a ordem e a disciplina. [...]
Deus estava dando [a Davi] um curso de disciplina para torná-lo um sábio general e um rei justo e misericordioso. — Patriarcas e profetas, p. 658.
A incerteza e a agitação da vida no deserto, o constante perigo, a necessidade frequente de fuga, o caráter dos homens que se juntaram [a Davi], [...] tudo tornava mais essencial uma autodisciplina severa. Essas experiências despertaram e desenvolveram a habilidade de lidar com os homens, a simpatia pelos oprimidos e o ódio à injustiça. — Educação, p. 152.

2B) Descreva a difícil situação que muitos fiéis seguidores de Cristo terão enfrentado na época da vinda do Senhor — e a esperança que resplandece em meio a ela. Sofonias 3:12; Hebreus 11:37-40.
Sf 3:12 — Mas deixarei no meio de ti um povo humilde e pobre; e eles confiarão no nome do Senhor.
Hb 11:37-40 — Foram apedrejados, serrados, tentados, mortos a fio de espada; andaram vestidos de peles de ovelhas e de cabras, desamparados, aflitos e maltratados 38 (homens dos quais o mundo não era digno), errantes pelos desertos, e montes, e pelas covas e cavernas da Terra. 39 E todos estes, tendo tido testemunho pela fé, não alcançaram a promessa, 40 provendo Deus alguma coisa melhor a nosso respeito, para que eles, sem nós, não fossem aperfeiçoados.

Dos porões, das choupanas, das masmorras, dos patíbulos, das montanhas e desertos, das cavernas da Terra e do mar, Cristo reunirá Seus filhos para Si. Na Terra, foram destituídos, afligidos e atormentados. Milhões desceram ao túmulo carregados de infâmia porque se recusaram a ceder às pretensões enganosas de Satanás. Os filhos de Deus foram julgados pelos tribunais humanos como os mais vis criminosos. Mas está próximo o dia em que “Deus mesmo é o Juiz” (Salmos 50:6). Então, as decisões da Terra serão revertidas. “E tirará o opróbrio do Seu povo” (Isaías 25:8). [...]
Sejam quais forem as cruzes que tenham sido chamados a carregar, ou as perdas e perseguições que tenham sofrido, até mesmo a perda da vida física, os filhos de Deus são amplamente recompensados. [Apocalipse 22:4 é citado.] — Parábolas de Jesus, pp. 179 e 180.

Terça-feira, 19 de janeiro - 3. UM PRÍNCIPE CORAJOSO
3A) Quem era o fiel Jônatas, e quais qualidades já o haviam distinguido em Israel? 1 Samuel 13:5; 1 Samuel 14:1, 6, 13-15, 20 e 23.
1Sm 13:5 — E os filisteus se ajuntaram para pelejar contra Israel: trinta mil carros, e seis mil cavaleiros, e povo em multidão como a areia que está à borda do mar; e subiram e se acamparam em Micmás, ao oriente de Bete-Áven.
1Sm 14:1, 6, 13-15, 20 e 23 — Sucedeu, pois, que um dia disse Jônatas, filho de Saul, ao moço que lhe levava as armas: Vem, passemos à guarnição dos filisteus, que está lá daquela banda. Porém não o fez saber a seu pai. [...] 6 Disse, pois, Jônatas ao moço que lhe levava as armas: Vem, passemos à guarnição destes incircuncisos; porventura, operará o Senhor por nós, porque para com o Senhor nenhum impedimento há de livrar com muitos ou com poucos. [...] 13 Então, subiu Jônatas com os pés e com as mãos, e o seu pajem de armas atrás dele; e caíram diante de Jônatas, e o seu pajem de armas os matava atrás dele. 14 E sucedeu esta primeira derrota, em que Jônatas e o seu pajem de armas feriram até uns vinte homens, quase no meio de uma jeira de terra que uma junta de bois podia lavrar. 15 E houve tremor no arraial, no campo e em todo o povo; também a mesma guarnição e os destruidores tremeram, e até a terra se alvoroçou, porquanto era tremor de Deus. [...] 20 Então, Saul e todo o povo que havia com ele se ajuntaram e vieram à peleja; e eis que a espada de um era contra o outro, e houve mui grande tumulto. [...] 23 Assim, livrou o Senhor a Israel naquele dia; e o arraial passou a Bete-Áven.

Jônatas, o filho do rei, um homem temente a Deus, foi escolhido como instrumento para libertar Israel. Movido por um impulso divino, propôs ao seu pajem de armas que fizessem um ataque secreto ao acampamento do inimigo. “Porventura”, ele insistiu, “operará o Senhor por nós, porque para com o Senhor nenhum impedimento há de livrar com muitos ou com poucos.” [...]
Anjos do Céu protegiam Jônatas e seu ajudante; anjos lutavam ao seu lado, e os filisteus caíram diante deles. A terra tremia como se uma grande multidão de cavaleiros e carruagens se aproximasse. Jônatas reconheceu os sinais do auxílio divino, e até os filisteus sabiam que Deus estava operando para libertar Israel. Grande terror tomou conta do exército, tanto no campo quanto na guarnição. Na balbúrdia, confundindo os próprios soldados com inimigos, os filisteus começaram a matar uns aos outros. — Patriarcas e profetas, p. 623.

3B) O que revelou que Jônatas não era apenas fiel e corajoso, mas também amado entre o povo, demonstrando forte aptidão como herdeiro natural do trono do pai? 1 Samuel 14:24, 27, 43-45.
1Sm 14:24, 27, 43-45 — E estavam os homens de Israel já exaustos naquele dia, porquanto Saul conjurara o povo, dizendo: Maldito o homem que comer pão até à tarde, para que me vingue de meus inimigos. Pelo que todo o povo se absteve de provar pão. [...] 27 Porém Jônatas não tinha ouvido quando seu pai conjurara o povo, e estendeu a ponta da vara que tinha na mão, e a molhou no favo de mel; e, tornando a mão à boca, aclararam-se os seus olhos. [...] 43 Disse, então, Saul a Jônatas: Declara-me o que tens feito. E Jônatas lho declarou e disse: Tão-somente provei um pouco de mel com a ponta da vara que tinha na mão; eis que devo morrer? 44 Então, disse Saul: Assim me faça Deus e outro tanto, que com certeza morrerás, Jônatas. 45 Porém o povo disse a Saul: Morrerá Jônatas, que efetuou tão grande salvação em Israel? Nunca tal suceda. Vive o Senhor, que não lhe há de cair no chão um só cabelo da sua cabeça! Pois com Deus fez isso, hoje. Assim, o povo livrou a Jônatas, para que não morresse.

Saul não podia reivindicar a honra da vitória, mas esperava ser honrado pelo zelo em manter a solenidade de seu juramento. Mesmo com o sacrifício do filho, ele impressionaria os súditos com o fato de que a autoridade real deveria ser mantida. [...] Embora o juramento não fosse sensato e tivesse sido quebrado na ignorância, o rei e pai sentenciou o filho à morte.
O povo se recusou a permitir que a sentença fosse executada. [...]
[1 Samuel 14:45 é citado.] O orgulhoso monarca não ousou desprezar esse veredito unânime, e a vida de Jônatas foi poupada. — Patriarcas e profetas, p. 625.

Quarta-feira, 20 de janeiro - 4. LEALDADE ALTRUÍSTA
4A) Explique a profundidade da admiração que Jônatas demonstrava por Davi — e o propósito de Deus com essa amizade. 1 Samuel 18:1-4.
1Sm 18:1-4 — E Sucedeu que, acabando ele de falar com Saul, a alma de Jônatas se ligou com a alma de Davi; e Jônatas o amou como à sua própria alma. 2 E Saul, naquele dia, o tomou e não lhe permitiu que tornasse para casa de seu pai. 3 E Jônatas e Davi fizeram aliança; porque Jônatas o amava como à sua própria alma. 4 E Jônatas se despojou da capa que trazia sobre si e a deu a Davi, como também as suas vestes, até a sua espada, e o seu arco, e o seu cinto.

O coração de Jônatas estava unido ao de Davi de modo especial, e havia um solene vínculo de união entre eles, que permaneceu intacto até a morte de Saul e do filho. Isso foi feito pelo Senhor, para que Jônatas pudesse ser o instrumento para preservar a vida de Davi quando Saul tentasse matá-lo. — Spiritual Gifts, vol. 4A, p. 79.

4B) Como Jônatas intercedeu em favor de Davi? 1 Samuel 19:1-7.
1Sm 19:1-7 — E falou Saul a Jônatas, seu filho, e a todos os seus servos para que matassem Davi. Porém Jônatas, filho de Saul, estava mui afeiçoado a Davi. 2 E Jônatas o anunciou a Davi, dizendo: Meu pai, Saul, procura matar-te; pelo que, agora, guarda-te, pela manhã, e fica-te num lugar oculto, e esconde-te. 3 E sairei eu e estarei à mão de meu pai no campo em que estiveres; e eu falarei de ti a meu pai, e verei o que houver, e to anunciarei. 4 Então, Jônatas falou bem de Davi a Saul, seu pai, e disse-lhe: Não peque o rei contra seu servo Davi, porque ele não pecou contra ti, e porque os seus feitos te são mui bons. 5 Porque pôs a sua alma na mão e feriu aos filisteus, e fez o Senhor um grande livramento a todo o Israel; tu mesmo o viste e te alegraste; por que, pois, pecarias contra sangue inocente, matando Davi sem causa? 6 E Saul deu ouvidos à voz de Jônatas e jurou Saul: Vive o Senhor, que não morrerá. 7 E Jônatas chamou a Davi, e contou-lhe todas estas palavras, e Jônatas levou Davi a Saul; e esteve perante ele como dantes.

4C) Como Jônatas colocou então a própria vida em risco? 1 Samuel 20:4, 13-17, 27-34. Descreva o momento comovente em que Jônatas e Davi se entristeceram pela dureza de coração de Saul. 1 Samuel 20:41 e 42.
1Sm 20:4, 13-17, 27-34 — E disse Jônatas a Davi: O que disser a tua alma eu te farei. [...] 13 o Senhor faça assim com Jônatas outro tanto; mas, se aprouver a meu pai fazer-te mal, também to farei saber e te deixarei partir, e irás em paz; e o Senhor seja contigo, assim como foi com meu pai. 14 E, se eu, então, ainda viver, porventura, não usarás comigo da beneficência do Senhor, para que não morra? 15 Nem tampouco cortarás da minha casa a tua beneficência eternamente; nem ainda quando o Senhor desarraigar da Terra a cada um dos inimigos de Davi. 16 Assim, fez Jônatas aliança com a casa de Davi, dizendo: O Senhor o requeira da mão dos inimigos de Davi. 17 E Jônatas fez jurar a Davi de novo, porquanto o amava; porque o amava com todo o amor da sua alma. [...] 27 Sucedeu também ao outro dia, o segundo da lua nova, que o lugar de Davi apareceu vazio; disse, pois, Saul a Jônatas, seu filho: Por que não veio o filho de Jessé, nem ontem nem hoje, a comer pão? 28 E respondeu Jônatas a Saul: Davi me pediu encarecidamente que o deixasse ir a Belém, 29 dizendo: Peço-te que me deixes ir, porquanto a nossa linhagem tem um sacrifício na cidade, e meu irmão mesmo me mandou ir. Se, pois, agora tenho achado graça a teus olhos, peço-te que me deixes partir, para que veja meus irmãos. Por isso, não veio à mesa do rei. 30 Então, se acendeu a ira de Saul contra Jônatas, e disse-lhe: Filho da perversa em rebeldia; não sei eu que tens elegido o filho de Jessé, para vergonha tua e para vergonha da nudez de tua mãe? 31 Porque todos os dias que o filho de Jessé viver sobre a Terra nem tu serás firme, nem o teu reino; pelo que envia e traze-mo nesta hora, porque é digno de morte. 32 Então, respondeu Jônatas a Saul, seu pai, e lhe disse: Por que há de ele morrer? Que tem feito? 33 Então, Saul atirou-lhe com a lança, para o ferir; assim, entendeu Jônatas que já seu pai tinha determinado matar a Davi. 34 Pelo que Jônatas, todo encolerizado, se levantou da mesa e, no segundo dia da lua nova, não comeu pão; porque se magoava por causa de Davi, pois seu pai o tinha maltratado.
1Sm 20:41 e 42 — E, indo-se o moço, levantou-se Davi da banda do sul, e lançou-se sobre o seu rosto em terra, e inclinou-se três vezes; e beijaram-se um ao outro e choraram juntos, até que Davi chorou muito mais. 42 E disse Jônatas a Davi: Vai-te em paz, porque nós temos jurado ambos em nome do Senhor, dizendo: O Senhor seja perpetuamente entre mim e ti e entre minha semente e a tua semente.

Por nascimento, Jônatas era herdeiro do trono, e, mesmo sabendo que havia sido removido pelo decreto divino em favor do rival, o mais terno e fiel dos amigos, [o filho do rei] guardou a vida de Davi sob risco de morte; [...] o nome de Jônatas é estimado no Céu, e permanece na Terra como testemunha da existência e do poder do amor altruísta. — Educação, p. 157.

4D) Mais tarde, o que trouxe conforto a Davi no deserto de Zife — e como isso inspirou seu coração? 1 Samuel 23:14-18; Salmos 11:1-5.
1Sm 23:14-18 — E Davi permaneceu no deserto, nos lugares fortes, e ficou em um monte no deserto de Zife; e Saul o buscava todos os dias, porém Deus não o entregou na sua mão. 15 Vendo, pois, Davi que Saul saíra à busca da sua vida, Davi esteve no deserto de Zife, num bosque. 16 Então, se levantou Jônatas, filho de Saul, e foi para Davi ao bosque, e fortaleceu a sua mão em Deus, 17 e disse-lhe: Não temas, que não te achará a mão de Saul, meu pai; porém tu reinarás sobre Israel, e eu serei contigo o segundo; o que também Saul, meu pai, bem sabe. 18 E ambos fizeram aliança perante o Senhor. Davi ficou no bosque, e Jônatas voltou para a sua casa.
Sl 11:1-5 — No Senhor confio; como dizeis, pois, à minha alma: Foge para a tua montanha como pássaro? 2 Porque eis que os ímpios armam o arco, põem as flechas na corda, para com elas atirarem, às ocultas, aos retos de coração. 3 Na verdade, que já os fundamentos se transtornam; que pode fazer o justo? 4 O Senhor está no Seu santo templo; o trono do Senhor está nos Céus; os Seus olhos estão atentos, e as Suas pálpebras provam os filhos dos homens. 5 O Senhor prova o justo, mas a Sua alma aborrece o ímpio e o que ama a violência.

Nesse momento, quando havia tão poucos pontos luminosos no caminho de Davi, ele se alegrou ao receber uma inesperada visita de Jônatas. [...]
Após a visita de Jônatas, Davi animou a própria alma com cânticos de louvor, acompanhando a harpa com a voz enquanto cantava: [Salmos 11:1-5 é citado.] — Patriarcas e profetas, pp. 660 e 661.

Quinta-feira, 21 de janeiro - 5. O EGOÍSMO É SUBJUGADO
5A) Na qualidade de família, o que precisamos entender sobre a verdadeira amizade bíblica e os efeitos do verdadeiro amor cristão? João 13:34 e 35; João 15:13.
Jo 13:34 e 35 — Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como Eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis. 35 Nisto todos conhecerão que sois Meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.
Jo 15:13 — Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a sua vida pelos seus amigos.

Nosso amor é frequentemente egoísta, pois o confinamos a limites preestabelecidos. Quando entrarmos em estreita união e comunhão com Cristo, nosso amor, simpatia e obras de benevolência se aprofundarão, ampliarão e fortalecerão pelo exercício. O amor e o interesse dos seguidores de Cristo devem ser tão amplos quanto o mundo. Aqueles que vivem apenas para o “eu” e o “meu” perderão o Céu. Deus convoca vocês, como família, a cultivarem o amor, a se tornarem menos sensíveis quanto a si mesmos e mais sensíveis às tristezas e provações dos outros. — Testemunhos para a igreja, vol. 3, p. 530.

5B) Cite alguns frutos importantes do amor genuíno. 1 Coríntios 13:4 e 5.
1Co 13:4 e 5 — A caridade é sofredora, é benigna; a caridade não é invejosa; a caridade não trata com leviandade, não se ensoberbece, 5 não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;

Todos os que estão imbuídos do Espírito [de Cristo] hão de amar como Ele amou. O próprio princípio que atuou em Cristo também atuará em todo trato de uns para com os outros. [...]
Quando os homens estão unidos, não pela força ou interesse próprio, mas pelo amor, demonstram a operação de uma influência que está acima de toda força humana. Onde quer que essa unidade exista, é evidência de que a imagem de Deus está sendo restaurada na humanidade, e de que um novo princípio de vida foi implantado. Mostra que há poder na natureza divina para resistir aos agentes sobrenaturais do mal, e que a graça de Deus subjuga o egoísmo inerente ao coração natural. Esse amor, manifestado na igreja, certamente provocará a ira de Satanás. — O Desejado de Todas as Nações, p. 678.

Sexta-feira, 22 de janeiro - PARA VOCÊ REFLETIR
1. É possível que Deus esteja me levando a experiências como as de Davi?
2. Quando é que uma caverna sombria e escura se enche de luz num sentido espiritual?
3. Por que Jônatas estava confiante de que os filisteus podiam ser derrotados?
4. Quem Deus gostaria que eu visitasse, como Jônatas fez com Davi na caverna de Adulão?
5. Que tipo de amor — e para com quem — Deus tem me chamado a cultivar?



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