Ensinaste-me, ó Deus, desde a minha mocidade; e até aqui tenho anunciado as Tuas maravilhas (Salmos 71:17).
Na igreja do lar, as crianças devem aprender a orar e confiar em Deus. [...] Venham humildes, com o coração cheio de ternura, tendo em mente as tentações e perigos que estão diante de vocês e de seus filhos, os quais devem ser unidos pela fé ao altar, suplicando-se sobre eles o cuidado do Senhor. Ensinem as crianças a pronunciar palavras simples de oração. Digam a elas que Deus Se agrada em ouvi-las clamando ao Senhor. — Conselhos aos professores, pais e estudantes, p. 110.
Estudo adicional: Orientação da criança, pp. 517-526 (capítulo 78: “O poder da oração”); Patriarcas e profetas, pp. 569-574 (capítulo 55: “O menino Samuel”).
Domingo, 16 de setembro - 1. TIMÓTEO APRENDE A ORAR
1A) Como e onde Timóteo aprendeu a orar? 2 Timóteo 1:5; 2 Timóteo 3:14 e 15.
2 Tm 1:5 — Trazendo à memória a fé não fingida que há em ti, a qual habitou primeiro em tua avó Lóide e em tua mãe Eunice, e estou certo de que também habita em ti.
2 Tm 3:14 e 15 — Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste, e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido, 15 e que desde a infância sabes as sagradas letras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela que há em Cristo Jesus.
O pai de Timóteo era grego, e sua mãe, judia. Desde criança, conhecia as Escrituras. A piedade que ele viu em sua vida doméstica era saudável e sensata. A fé da mãe e da avó nos oráculos sagrados era para ele um constante lembrete da bênção que acompanha a obediência à vontade de Deus. A Palavra do Senhor era a norma pela qual essas duas piedosas mulheres educaram Timóteo. O poder espiritual das lições que havia recebido delas o manteve puro no falar e incontaminado pelas más influências que o cercavam. Assim, suas instrutoras domésticas cooperaram com Deus em prepará-lo para suportar responsabilidades. — Atos dos apóstolos, p. 203.
A mãe e a avó de Timóteo uniram forças em educá-lo para Deus. Qual era o livro de estudos dele? A Bíblia. Paulo, seu pai no evangelho, declara: “Desde a tua meninice, sabes as sagradas letras” (2 Timóteo 3:15). — The SDA Bible Commentary [E. G. White Comments], vol. 7, p. 918.
Segunda-feira, 17 de setembro - 2. SAMUEL APRENDE A ORAR
2A) Sendo ainda criança pequena, como Samuel soube reconhecer a voz de Deus e identificar respostas para suas próprias orações? 1 Samuel 3:7. Essa ignorância era comum em seus dias? 1 Samuel 3:1.
1 Sm 3:7 — Ora, Samuel ainda não conhecia ao Senhor, e a Palavra do Senhor ainda não lhe tinha sido revelada.
1 Sm 3:1 — Entretanto, o menino Samuel servia ao Senhor perante Eli. E a Palavra do Senhor era muito rara naqueles dias; as visões não eram frequentes.
Samuel era uma criança cercada pelas influências mais destruidoras. Ele viu e ouviu coisas que afligiam sua alma. Os filhos de Eli, que ministravam no santo ofício, eram controlados por Satanás. [...] [Samuel] não participou nem sentiu o mínimo prazer nos pecados que enchiam todo o Israel com relatos assustadores. Samuel amava a Deus; mantinha sua alma em tão íntima ligação com o Céu que um anjo foi enviado para falar com ele a respeito dos pecados dos filhos de Eli, que estavam corrompendo a nação. — Testemunhos para a igreja, vol. 3, pp. 472 e 473.
Antes de receber essa mensagem de Deus, “Samuel ainda não conhecia ao Senhor, e a palavra do Senhor ainda não lhe tinha sido revelada” (1 Samuel 3:7); ou seja, ele ainda não estava familiarizado com manifestações tão diretas da presença de Deus como as que eram concedidas aos profetas. Era propósito do Senhor revelar-Se de maneira inesperada, para que Eli pudesse ser levado a ouvir por meio da surpresa e da investigação do jovem. — Patriarcas e profetas, p. 582.
2B) Por que Samuel confundiu a voz de Deus com a de Eli, seu amigo e mentor terreno? O que sugeriu a Eli a possibilidade de que Deus estivesse chamando Samuel? 1 Samuel 3:2-6 e 8.
1 Sm 3:2-6 e 8 — Sucedeu naquele tempo que, estando Eli deitado em seu lugar (ora, os seus olhos começavam já a escurecer, de modo que não podia ver), 3 e ainda não se havendo apagado a lâmpada de Deus, e estando Samuel também deitado no templo do Senhor, onde estava a arca de Deus, 4 o Senhor chamou: Samuel! Samuel! Ele respondeu: Eis-me aqui. 5 E correndo a Eli, disse-lhe: Eis-me aqui, porque tu me chamaste. Mas ele disse: Eu não te chamei; torna a deitar-te. E ele foi e se deitou. 6 Tornou o Senhor a chamar: Samuel! E Samuel se levantou, foi a Eli e disse: Eis-me aqui, porque tu me chamaste. Mas ele disse: Eu não te chamei, filho meu; torna a deitar-te. [...] 8 O Senhor, pois, tornou a chamar a Samuel pela terceira vez. E ele, levantando-se, foi a Eli e disse: Eis-me aqui, porque tu me chamaste. Então entendeu Eli que o Senhor chamava o menino.
Supondo ser a voz de Eli, o menino correu até a cama do sacerdote, dizendo: “Eis-me aqui; porque tu me chamaste”. A resposta foi: “Eu não te chamei, filho meu; torna a deitar-te” (1 Samuel 3:5). Três vezes Samuel foi chamado, e três vezes respondeu da mesma forma. E então Eli foi convencido de que o misterioso chamado era a voz de Deus. O Senhor havia passado por alto Seu servo escolhido — o homem de cabelos brancos —, para Se comunicar com uma criança. Por si só, isso foi uma amarga e merecida repreensão para Eli e sua casa. — Ibidem, p. 581.
2C) Deus falou com Samuel assim que o garoto percebeu que o chamado era divino? O que Deus disse? 1 Samuel 3:11.
1 Sm 3:11 — Então disse o Senhor a Samuel: Eis que vou fazer uma coisa em Israel, a qual fará tinir ambos os ouvidos a todo o que a ouvir.
Terça-feira, 18 de setembro - 3. DAVI APRENDE A ORAR
3A) Em sua juventude, enquanto Davi fugia de um rei enraivecido e louco, que pedidos fez a Deus, e como o Senhor respondeu? 1 Samuel 23:1, 2, 4, 10-12.
1 Sm 23:1, 2, 4, 10-12 — Ora, foi anunciado a Davi: Eis que os filisteus pelejam contra Queila e saqueiam as eiras. 2 Pelo que consultou Davi ao Senhor, dizendo: Irei eu, e ferirei a esses filisteus? Respondeu o Senhor a Davi: Vai, fere aos filisteus e salva a Queila. [...] 4 Davi, pois, tornou a consultar ao Senhor, e o Senhor lhe respondeu: Levanta-te, desce a Queila, porque Eu hei de entregar os filisteus na tua mão. [...] 10 E disse Davi: Ó Senhor, Deus de Israel, Teu servo acaba de ouvir que Saul procura vir a Queila, para destruir a cidade por causa de mim. 11 Entregar-me-ão os cidadãos de Queila na mão dele? Descerá Saul, como o Teu servo tem ouvido? Ah, Senhor Deus de Israel! Faze-o saber ao Teu servo. Respondeu o Senhor: Descerá. 12 Disse mais Davi: Entregar-me-ão os cidadãos de Queila, a mim e aos meus homens, nas mãos de Saul? E respondeu o Senhor: Entregarão.
Ainda caçado pelo rei, Davi não encontrava nenhum lugar de repouso ou segurança. Em Queila, seu corajoso bando livrou a cidade de ser capturada pelos filisteus, mas não era um lugar seguro, mesmo entre as pessoas que tinham libertado. De Queila, partiram rumo ao deserto de Zife. — Patriarcas e profetas, p. 660.
3B) Após Davi se tornar rei e cair em tentação, que prece fez a Deus? Salmos 51:1-4 e 7.
Sl 51:1-4 e 7 — Compadece-Te de mim, ó Deus, segundo a Tua benignidade; apaga as minhas transgressões, segundo a multidão das Tuas misericórdias. 2 Lava-me completamente da minha iniquidade, e purifica-me do meu pecado. 3 Pois eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim. 4 Contra Ti, contra Ti somente, pequei, e fiz o que é mau diante dos Teus olhos; de sorte que és justificado em falares, e inculpável em julgares. [...] 7 Purifica-me com hissopo, e ficarei limpo; lava-me, e ficarei mais alvo do que a neve.
Após seu grande pecado, na angústia do remorso e com nojo de si mesmo, ele ainda se voltou para Deus como seu melhor Amigo. — Educação, p. 165.
A oração de Davi após sua queda demonstra a essência da verdadeira tristeza pelo pecado. Seu arrependimento foi sincero e profundo. Não houve esforço para diminuir sua culpa; nenhum desejo de escapar às consequências inspirou sua prece. Davi viu a enormidade de sua transgressão; viu a corrupção da sua alma; odiou seu pecado. Não era apenas por perdão que ele orava, mas por pureza de coração. — Caminho a Cristo, pp. 24 e 25.
3C) Qual era a súplica de Davi a Deus, e com que propósito? Salmos 51:12 e 13.
Sl 51:12 e 13 — Restitui-me a alegria da Tua salvação, e sustém-me com um espírito voluntário. 13 Então ensinarei aos transgressores os Teus caminhos, e pecadores se converterão a Ti.
Deus pretendia que a história da queda de Davi servisse como uma advertência de que até mesmo aqueles a quem tem abençoado e favorecido grandemente não devem se sentir seguros e negligenciar a vigilância e a oração. [...] Milhares foram assim levados a perceber seu próprio perigo diante do poder do tentador. A queda de Davi, alguém tão honrado pelo Senhor, despertou neles a desconfiança de si mesmos. Sentiram que só Deus poderia preservá-los pelo Seu poder através da fé. — Patriarcas e profetas, p. 724.
Quarta-feira, 19 de setembro - 4. MANASSÉS APRENDE A ORAR
4A) Quem era Manassés? Descreva seu caráter no início de seu reinado. 2 Crônicas 32:33; 2 Crônicas 33:1-10.
2 Cr 32:33 — E Ezequias dormiu com seus pais, e o sepultaram no mais alto dos sepulcros dos filhos de Davi; e todo o Judá e os habitantes de Jerusalém lhe renderam honras na sua morte. E Manassés, seu filho, reinou em seu lugar.
2 Cr 33:1-10 — Tinha Manassés doze anos quando começou a reinar, e reinou cinquenta e cinco anos em Jerusalém. 2 E fez o que era mau aos olhos do Senhor, conforme as abominações dos povos que o Senhor lançara fora de diante dos filhos de Israel. 3 Pois tornou a edificar os altos que Ezequias, seu pai, tinha derribado; e levantou altares aos baalins, e fez aserotes, e adorou a todo o exército do céu, e o serviu. 4 Também edificou altares na casa do Senhor, da qual o Senhor tinha dito: Em Jerusalém estará o Meu nome eternamente. 5 Edificou altares a todo o exército do céu, nos dois átrios da casa do Senhor. 6 Além disso queimou seus filhos como sacrifício no vale do filho de Hinom; e usou de augúrios e de encantamentos, e dava-se a artes mágicas, e instituiu adivinhos e feiticeiros; sim, fez muito mal aos olhos do Senhor, para O provocar à ira. 7 Também a imagem esculpida do ídolo que tinha feito, ele a colocou na casa de Deus, da qual Deus tinha dito a Davi e a Salomão, seu filho: Nesta casa, e em Jerusalém, que escolhi de todas as tribos de Israel, porei Eu o Meu nome para sempre; 8 e nunca mais removerei o pé de Israel da terra que destinei a vossos pais; contanto que tenham cuidado de fazer tudo o que Eu lhes ordenei, toda a Lei, os estatutos e as ordenanças dados por intermédio de Moisés. 9 Manassés tanto fez errar a Judá e aos moradores de Jerusalém, que eles fizeram o mal ainda mais do que as nações que o Senhor tinha destruído de diante dos filhos de Israel. 10 Falou o Senhor a Manassés e ao seu povo, porém não deram ouvidos.
O reino de Judá, próspero durante os tempos de Ezequias, foi mais uma vez abatido durante os longos anos do perverso reinado de Manassés, quando o paganismo foi ressuscitado, e muitas pessoas levadas à idolatria. “Manassés tanto fez errar a Judá e aos moradores de Jerusalém, que eles fizeram o mal ainda mais do que as nações que o Senhor tinha destruído de diante dos filhos de Israel” (2 Crônicas 33:9). A gloriosa luz das gerações anteriores foi sucedida pelas trevas da superstição e do erro. Males grosseiros cresceram e se espalharam — tirania, opressão, ódio contra tudo o que é bom. A justiça havia sido pervertida. A violência predominava. — Profetas e reis, p. 381.
4B) A que experiência Deus teve de submeter o orgulhoso rei a fim de chamar sua atenção e ensiná-lo a orar? 2 Crônicas 33:11. Que consequências resultaram dessa longa demora em orar?
2 Cr 33:11 — Pelo que o Senhor trouxe sobre eles os comandantes do exército do rei da Assíria, os quais prenderam Manassés com ganchos e, amarrando-o com cadeias de bronze, o levaram para Babilônia.
Como um prenúncio do que estava para acontecer ao povo caso continuasse impenitente, o Senhor permitiu que seu rei fosse capturado por um bando de soldados assírios que “amarrando-o com cadeias de bronze, o levaram para Babilônia”, sua capital temporária. Essa aflição fez o rei cair em si. “E estando ele angustiado, suplicou ao Senhor seu Deus, e humilhou-se muito perante o Deus de seus pais; sim, orou a Ele; e Deus Se aplacou para com ele, e ouviu-lhe a súplica, e tornou a trazê-lo a Jerusalém, ao seu reino. Então conheceu Manassés que o Senhor era Deus” (2 Crônicas 33:11-13). Mas esse arrependimento, por mais notável que fosse, chegou tarde demais para salvar o reino da influência decadente de anos de práticas idólatras. Muitos tinham tropeçado e caído para nunca mais se reerguer. — Ibidem, p. 383.
4C) Qual foi o resultado da nova vida de oração de Manassés? 2 Crônicas 33:12, 13, 15 e 16. Pelo que Manassés ficou conhecido na época de sua morte? 2 Crônicas 33:18 e 19.
2 Cr 33:12, 13, 15 e 16 — E estando ele angustiado, suplicou ao Senhor seu Deus, e humilhou-se muito perante o Deus de seus pais; 13 sim, orou a Ele; e Deus se aplacou para com ele, e ouviu-lhe a súplica, e tornou a trazê-lo a Jerusalém, ao seu reino. Então conheceu Manassés que o Senhor era Deus. [...] 15 Tirou da casa do Senhor os deuses estranhos e o ídolo, como também todos os altares que tinha edificado no monte da casa do Senhor, e em Jerusalém, e os lançou fora da cidade. 16 Também reparou o altar do Senhor, e ofereceu sobre ele sacrifícios de ofertas pacíficas e de ações de graças; e ordenou a Judá que servisse ao Senhor Deus de Israel.
2 Cr 33:18 e 19 — O restante dos atos de Manassés, e a sua oração ao seu Deus, e as palavras dos videntes que lhe falaram em nome do Senhor, Deus de Israel, que estão inseridas no livro dos reis de Israel. 19 Também a sua oração, e como Deus se aplacou para com ele, e todo o seu pecado, e a sua transgressão, e os lugares onde edificou altos e pôs os aserins e as imagens esculpidas antes de se ter humilhado, eis que estão escritos nas crônicas dos videntes.
Quinta-feira, 20 de setembro - 5. PAGÃOS APRENDEM A ORAR
5A) O que levou o pagão Naamã a aceitar o Criador como seu Deus? 2 Reis 5:1, 9-15.
2 Rs 5:1, 9-15 — Ora, Naamã, chefe do exército do rei da Síria, era um grande homem diante do seu senhor, e de muito respeito, porque por ele o Senhor dera livramento aos sírios; era homem valente, porém leproso. [...] 9 Veio, pois, Naamã com os seus cavalos, e com o seu carro, e parou à porta da casa de Eliseu. 10 Então este lhe mandou um mensageiro, a dizer-lhe: Vai, lava-te sete vezes no Jordão, e a tua carne tornará a ti, e ficarás purificado. 11 Naamã, porém, indignado, retirou-se, dizendo: Eis que pensava eu: Certamente ele sairá a ter comigo, pôr-se-á em pé, invocará o nome do Senhor seu Deus, passará a sua mão sobre o lugar, e curará o leproso. 12 Não são, porventura, Abana e Farpar, rios de Damasco, melhores do que todas as águas de Israel? Não poderia eu lavar-me neles, e ficar purificado? Assim se voltou e se retirou com indignação. 13 Os seus servos, porém, chegaram-se a ele e lhe falaram, dizendo: Meu pai, se o profeta te houvesse indicado alguma coisa difícil, porventura não a terias cumprido? Quanto mais, dizendo-te ele: Lava-te, e ficarás purificado. 14 Desceu ele, pois, e mergulhou-se no Jordão sete vezes, conforme a palavra do homem de Deus; e a sua carne tornou-se como a carne dum menino, e ficou purificado. 15 Então voltou ao homem de Deus, ele e toda a sua comitiva; chegando, pôs-se diante dele, e disse: Eis que agora sei que em toda a terra não há Deus senão em Israel; agora, pois, peço-te que do teu servo recebas um presente.
Agora uma escrava distante do lar, essa menina era, contudo, uma das testemunhas de Deus, cumprindo inconscientemente o propósito para o qual Deus havia escolhido Israel como Seu povo. Enquanto servia nesse lar pagão, suas simpatias foram despertadas em favor de seu amo. [...] Ela sabia que o poder do Céu estava com Eliseu, e cria que por intermédio desse poder Naamã poderia ser curado.
A conduta daquela menina cativa, a forma como se comportou naquele lar pagão, é um forte testemunho em favor do poder dos primeiros ensinamentos no lar. — Profetas e reis, pp. 244 e 245.
5B) Que experiência levou o monarca Nabucodonosor, que uma vez fora pagão, a confiar humildemente em Deus? Daniel 4:28-36. Como foi sua experiência religiosa após a humilhação? Daniel 4:2, 3 e 37.
Dn 4:28-36 — Tudo isso veio sobre o rei Nabucodonosor. 29 Ao cabo de doze meses, quando passeava sobre o palácio real de Babilônia, 30 falou o rei, e disse: Não é esta a grande Babilônia que eu edifiquei para a morada real, pela força do meu poder, e para a glória da minha majestade? 31 Ainda estava a palavra na boca do rei, quando caiu uma voz do Céu: A ti se diz, ó rei Nabucodonosor: Passou de ti o reino. 32 E serás expulso do meio dos homens, e a tua morada será com os animais do campo; far-te-ão comer erva como os bois, e passar-se-ão sete tempos sobre ti, até que conheças que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens, e o dá a quem quer. 33 Na mesma hora a palavra se cumpriu sobre Nabucodonosor, e foi expulso do meio dos homens, e comia erva como os bois, e o seu corpo foi molhado do orvalho do céu, até que lhe cresceu o cabelo como as penas da águia, e as suas unhas como as das aves: 34 Mas ao fim daqueles dias eu, Nabucodonosor, levantei ao Céu os meus olhos, e voltou a mim o meu entendimento, e eu bendisse o Altíssimo, e louvei, e glorifiquei ao que vive para sempre; porque o seu domínio é um domínio sempiterno, e o seu reino é de geração em geração. 35 E todos os moradores da Terra são reputados em nada; e segundo a Sua vontade ele opera no exército do Céu e entre os moradores da Terra; não há quem Lhe possa deter a mão, nem Lhe dizer: Que fazes? 36 No mesmo tempo voltou a mim o meu entendimento; e para a glória do meu reino voltou a mim a minha majestade e o meu resplendor. Buscaram-me os meus conselheiros e os meus grandes; e fui restabelecido no meu reino, e foi-me acrescentada excelente grandeza. Dn 4:2, 3 e 37 — Pareceu-me bem fazer conhecidos os sinais e maravilhas que Deus, o Altíssimo, tem feito para comigo. 3 Quão grandes são os Seus sinais, e quão poderosas as Suas maravilhas! O Seu reino é um reino sempiterno, e o Seu domínio de geração em geração. [...] 37 Agora, pois, eu, Nabucodonosor, louvo, e exalço, e glorifico ao Rei do Céu; porque todas as Suas obras são retas, e os Seus caminhos justos, e Ele pode humilhar aos que andam na soberba.
O rei Nabucodonosor, diante de quem Daniel tantas vezes honrou o nome de Deus, foi convertido de uma vez por todas, e aprendeu a louvar e exaltar e honrar o Rei do Céu (Daniel 4:37).
O rei sobre o trono babilônico se tornou um representante de Deus, dando seu testemunho caloroso e eloquente, vindo de um coração grato que participava da misericórdia e da graça, da justiça e da paz da natureza divina. — SDA Bible Commentary [E. G. White Comments], vol. 4, p. 1170.
Sexta-feira, 21 de setembro - PARA VOCÊ REFLETIR
1. Como a mãe e a avó de Timóteo o educaram para Deus?
2. Por que Deus escolheu se comunicar com o menino Samuel?
3. O que mostra a sinceridade da oração de Davi após sua queda? O Amigo de Davi falhou com ele?
4. O que a oração de Manassés nos ensina sobre Deus?
5. Como as testemunhas do Senhor levaram os governantes idólatras a orar a Deus?