“E disse o Senhor: Qual é, pois, o mordomo fiel e prudente, a quem o senhor pôs sobre os seus servos, para lhes dar a tempo a ração? Bem-aventurado aquele servo a quem o seu senhor, quando vier, achar fazendo assim. Em verdade vos digo que sobre todos os seus bens o porá” (Lucas 12:42-44).
“Além de todas essas doações sistemáticas e regulares, havia questões especiais que exigiam ofertas voluntárias, tais como o tabernáculo construído no deserto e o templo erguido em Jerusalém. Deus fez essas exigências ao povo visando não apenas o próprio bem deles, mas também a criação de um método para sustentar Seu serviço.” — Testemunhos para a igreja, vol. 4. p. 468.
Estudo adicional: Conselhos sobre mordomia, pp. 65-68 (capítulo 21: “O emprego do dízimo”).
Domingo 29 de outubro - 1. TRABALHANDO SOB MALDIÇÃO
1A) O que aconteceu aos judeus enquanto construíam o templo? Ageu 1:2-11.
Ag 1:2-11 — Assim fala o Senhor dos Exércitos, dizendo: Este povo diz: Não veio ainda o tempo, o tempo em que a casa do Senhor deve ser edificada. 3 Veio, pois, a palavra do Senhor, por intermédio do profeta Ageu, dizendo: 4 Porventura é para vós tempo de habitardes nas vossas casas forradas, enquanto esta casa fica deserta? 5 Ora, pois, assim diz o Senhor dos Exércitos: Considerai os vossos caminhos. 6 Semeais muito, e recolheis pouco; comeis, porém não vos fartais; bebeis, porém não vos saciais; vestis-vos, porém ninguém se aquece; e o que recebe salário, recebe-o num saco furado. 7 Assim diz o Senhor dos Exércitos: Considerai os vossos caminhos. 8 Subi ao monte, e trazei madeira, e edificai a casa; e dela me agradarei, e serei glorificado, diz o Senhor. 9 Esperastes o muito, mas eis que veio a ser pouco; e esse pouco, quando o trouxestes para casa, eu dissipei com um sopro. Por que causa? disse o Senhor dos Exércitos. Por causa da minha casa, que está deserta, enquanto cada um de vós corre à sua própria casa. 10 Por isso retém os céus sobre vós o orvalho, e a terra detém os seus frutos. 11 E mandei vir a seca sobre a terra, e sobre os montes, e sobre o trigo, e sobre o mosto, e sobre o azeite, e sobre o que a terra produz; como também sobre os homens, e sobre o gado, e sobre todo o trabalho das mãos.
1B) Como Deus vê a retenção de dízimos e ofertas? Quais são as consequências de retê-los, e por que isso resulta em maldição? Êxodo 20:15; Malaquias 3:8 e 9; Deuteronômio 8:18; Provérbios 10:22.
Êx 20:15 — Não furtarás.
Ml 3:8 e 9 — Roubará o homem a Deus? Todavia vós me roubais, e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas. 9 Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais, sim, toda esta nação.
Dt 8:18 — Antes te lembrarás do Senhor teu Deus, que ele é o que te dá força para adquirires riqueza; para confirmar a sua aliança, que jurou a teus pais, como se vê neste dia.
Pv 10:22 — A bênção do Senhor é que enriquece; e não traz consigo dores.
“Aqueles que estão egoisticamente retendo recursos não precisam se surpreender se a mão de Deus espalhar tudo que têm. Aquilo que deveria ter sido dedicado ao avanço da obra e da causa divinas, mas que foi retido, pode ser retirado de várias maneiras. Deus os visitará com punições. Haverá muitas perdas. Deus pode espalhar os recursos que emprestou aos Seus mordomos caso se recusem a usá-los para Sua glória. Alguns podem não sofrer nem uma dessas perdas como advertência pelo seu desprezo do dever, mas o caso desses talvez seja o mais desesperador.” — The SDA Bible Commentary [E. G. White Comments], vol. 4, p. 1183.
1C) Então, o que é necessário para provocar uma mudança? Ageu 1:7; Malaquias 3:7.
Ag 1:7 — Assim diz o Senhor dos Exércitos: Considerai os vossos caminhos.
Ml 3:7 — Desde os dias de vossos pais vos desviastes dos meus estatutos, e não os guardastes; tornai-vos para mim, e eu me tornarei para vós, diz o Senhor dos Exércitos; mas vós dizeis: Em que havemos de tornar?
Segunda-feira 30 de outubro - 2. A MENSAGEM DE ELIAS
2A) Por que precisamos estudar a vida do profeta Elias? Malaquias 4:5 e 6.
Ml 4:5 e 6 — Eis que eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor; 6 E ele converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos a seus pais; para que eu não venha, e fira a terra com maldição.
“Os que devem preparar o caminho para a segunda vinda de Cristo são representados pelo fiel Elias, do mesmo modo que João veio no espírito de Elias a fim de preparar o caminho para a primeira vinda de Cristo.” — Testemunhos para a igreja, vol. 3, p. 62.
2B) O que significa proclamar uma parte essencial de uma mensagem vivificante? 1 Reis 17:13-16.
1Rs 17:13-16 — E Elias lhe disse: Não temas; vai, faze conforme à tua palavra; porém faze dele primeiro para mim um bolo pequeno, e traze-mo aqui; depois farás para ti e para teu filho. 14 Porque assim diz o Senhor Deus de Israel: A farinha da panela não se acabará, e o azeite da botija não faltará até ao dia em que o Senhor dê chuva sobre a terra. 15 E ela foi e fez conforme a palavra de Elias; e assim comeu ela, e ele, e a sua casa muitos dias. 16 Da panela a farinha não se acabou, e da botija o azeite não faltou; conforme a palavra do Senhor, que ele falara pelo ministério de Elias.
“Nenhuma prova de fé maior do que esta poderia ter sido exigida. A viúva até aquele momento havia tratado todos os estranhos com bondade e liberalidade. Agora, independentemente do sofrimento que pudesse resultar para si mesma e para a criança, mas ao mesmo tempo confiando no Deus de Israel para suprir todas as suas necessidades, ela enfrentou essa dificílima prova de hospitalidade agindo ‘de acordo com a palavra de Elias. [...]’
“A viúva de Sarepta compartilhou sua porção com Elias e, em troca, sua vida e a de seu filho foram preservadas.” — Profetas e reis, pp. 130 e 131.
2C) Por que Deus fornece bens às pessoas, incluindo as pobres? Marcos 10:21 e 22; Lucas 21:1-4.
Mc 10:21 e 22 — E Jesus, olhando para ele, o amou e lhe disse: Falta-te uma coisa: vai, vende tudo quanto tens, e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, toma a cruz, e segue-me. 22 Mas ele, pesaroso desta palavra, retirou-se triste; porque possuía muitas propriedades.
Lc 21:1-4 — E, olhando ele, viu os ricos lançarem as suas ofertas na arca do tesouro; 2 E viu também uma pobre viúva lançar ali duas pequenas moedas; 3 E disse: Em verdade vos digo que lançou mais do que todos, esta pobre viúva; 4 Porque todos aqueles deitaram para as ofertas de Deus do que lhes sobeja; mas esta, da sua pobreza, deitou todo o sustento que tinha.
“Deus lhes dá para que [elas] possam compartilhar com outros.” — The Signs of the Times, 31 de outubro de 1900.
“O Senhor às vezes prova Seu povo tornando-o próspero em bens seculares. No entanto, Ele almeja que façam bom uso de Seus dons. A propriedade, o tempo, a força e as oportunidades que têm pertencem a Deus. Por isso, eles devem prestar contas de todas essas bênçãos Àquele que as doou. Quando vemos a carência e a necessidade atacando nossos irmãos, e nos recusamos a ajudá-los enquanto nossas próprias necessidades estão supridas, estamos negligenciando um claro dever revelado na Palavra de Deus. Ele nos fornece liberalmente para que possamos ajudar os outros. É a beneficência que vence o egoísmo e enobrece e purifica a alma. Alguns abusam dos talentos que Deus lhes confiou e fecham os olhos para não verem as necessidades da causa divina. Tapam os ouvidos para não ouvirem Sua voz indicando-lhes o dever de alimentar os famintos e vestir os nus. Algumas pessoas que afirmam ser filhas de Deus parecem ansiosas em investir seus recursos no mundo, com medo de que esses recursos retornem ao Doador em forma de ofertas e doações. Esquecem-se de sua missão divina, e se continuarem a seguir as diretrizes de um coração egoísta, gastando tempo e recursos preciosos para satisfazer o orgulho, Deus lhes enviará dificuldades, e elas sentirão o aperto da escassez e da necessidade por causa da ingratidão passada. Nesse caso, Ele confiará Seus talentos a mordomos mais fiéis, que reconhecerão Suas reivindicações sobre esses bens.” — Testemunhos para a igreja, vol. 4, pp. 619 e 620.
Terça-feira 31 de outubro - 3. DESFAZENDO A MALDIÇÃO
3A) Será que existe alguma forma de desfazer uma maldição? Malaquias 3:10-12.
Ml 3:10-12 — Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes. 11 E por causa de vós repreenderei o devorador, e ele não destruirá os frutos da vossa terra; e a vossa vide no campo não será estéril, diz o Senhor dos Exércitos. 12 E todas as nações vos chamarão bem-aventurados; porque vós sereis uma terra deleitosa, diz o Senhor dos Exércitos.
“Alguns não foram honestos com o próximo. Felizmente, confessaram esses pecados, e dali em diante corrigiram o erro e repararam os danos. Ao longo da semana seguinte, alguns dos que não vinham lidando justamente com Deus, e por isso estavam se separando dEle, começaram a devolver o que haviam retido. Certo irmão não devolvia o dízimo há dois anos. Ele entregou uma nota promissória ao secretário da Associação referente ao dízimo que tinha sonegado, incluindo juros sobre ele, no valor de 571,50 dólares. [Corrigindo a inflação, cerca de 93 mil reais hoje.] Agradeço ao Senhor por ele ter tido a coragem de fazer isso. Outro entregou uma nota promissória de 300 dólares. [Corrigindo a inflação, cerca de 49 mil reais hoje.] Outro homem que havia se afastado tanto de Deus que deixou pouca esperança de que voltaria a pôr os pés outra vez no caminho da justiça, entregou uma nota de mil dólares. [Tendo em conta a inflação do período, hoje seria cerca de 140 mil reais.]” — Testemunhos para a igreja, vol. 5, p. 643.
3B) Qual é a consequência de os dízimos não estarem indo aonde deveriam? Neemias 13:10.
Ne 13:10 — Também entendi que os quinhões dos levitas não se lhes davam, de maneira que os levitas e os cantores, que faziam a obra, tinham fugido cada um para a sua terra.
“Se tivéssemos seguido o plano de Deus, agora haveria dinheiro fluindo para o Seu tesouro. Além disso, haveria fundos abundantes não apenas para custear a ida de ministros para novos campos, mas também para que obreiros se unissem a esses pastores visando erguer o estandarte da verdade nos lugares tenebrosos da Terra.” — Ibidem, vol. 6, p. 386.
“Alguns ficaram insatisfeitos e disseram: ‘Não devolverei mais o dízimo, pois perdi a confiança no modo como a sede da obra gerencia as coisas’. Então você roubará a Deus porque pensa que a obra não pratica uma boa gestão? Faça sua reclamação de maneira clara e aberta, com a atitude certa, perante as pessoas adequadas. Desse modo, enviem suas solicitações para que tudo seja ajustado e posto em ordem, mas não se afastem da obra de Deus e se tornem infiéis só porque os outros estão agindo mal.” — Ibidem, vol. 9, p. 249.
3C) O que o celeiro significa, e quem era o responsável por ele? Neemias 13:10-13.
Ne 13:10-13 — Também entendi que os quinhões dos levitas não se lhes davam, de maneira que os levitas e os cantores, que faziam a obra, tinham fugido cada um para a sua terra. 11 Então contendi com os magistrados, e disse: Por que se desamparou a casa de Deus? Porém eu os ajuntei, e os restaurei no seu posto. 12 Então todo o Judá trouxe os dízimos do grão, do mosto e do azeite aos celeiros. 13 E por tesoureiros pus sobre os celeiros a Selemias, o sacerdote, e a Zadoque, o escrivão e a Pedaías, dentre os levitas; e com eles Hanã, filho de Zacur, o filho de Matanias; porque foram achados fiéis; e se lhes encarregou a eles a distribuição para seus irmãos.
“O dízimo é sagrado, e Deus o reservou para Si. Você deve levá-lo ao celeiro do Senhor para ser usado no sustento dos evangelistas em sua obra. Por muito tempo, o Senhor tem sido roubado porque existem aqueles que não entendem que o dízimo é a porção que Deus reservou para Si.” — Idem.
“Comete-se um grande erro quando se desvia o dízimo do objetivo para o qual foi criado — a manutenção dos ministros. Hoje deveria haver cem obreiros bem-qualificados no campo onde agora há apenas um.” — Ibidem, p. 248.
Quarta-feira 1º de novembro - 4. PROPRIEDADE
4A) Como podemos ver, na história do jardim do Éden, o princípio de doar em reconhecimento pela propriedade de Deus? Gênesis 2:15-17; Levítico 27:30.
Gn 2:15-17 — E tomou o Senhor Deus o homem, e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e o guardar. 16 E ordenou o Senhor Deus ao homem, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente, 17 Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás.
Lv 27:30 — Também todas as dízimas do campo, da semente do campo, do fruto das árvores, são do Senhor; santas são ao Senhor.
“O Senhor criou todas as árvores no Éden belas à vista e boas para alimento, e ordenou a Adão e Eva que desfrutassem livremente da generosidade divina. Porém, Ele impôs uma exceção. Eles não deviam comer da árvore do conhecimento do bem e do mal. Deus reservou essa árvore como um lembrete constante de que era o Proprietário de tudo. Do mesmo modo, deu-lhes a oportunidade de demonstrar fé e confiança nEle mediante perfeita obediência às exigências divinas.” — Testemunhos para a igreja, vol. 6, p. 386.
4B) Antigamente, para quem o dízimo era reservado? Por quê? Deuteronômio 18:1 e 2; Números 18:20-24.
Dt 18:1 e 2 — OS sacerdotes levitas, toda a tribo de Levi, não terão parte nem herança com Israel; das ofertas queimadas do Senhor e da sua herança comerão. 2 Por isso não terão herança no meio de seus irmãos; o Senhor é a sua herança, como lhes tem dito.
Nm 18:20-24 — Disse também o Senhor a Arão: Na sua terra herança nenhuma terás, e no meio deles, nenhuma parte terás; eu sou a tua parte e a tua herança no meio dos filhos de Israel. 21 E eis que aos filhos de Levi tenho dado todos os dízimos em Israel por herança, pelo ministério que executam, o ministério da tenda da congregação. 22 E nunca mais os filhos de Israel se chegarão à tenda da congregação, para que não levem sobre si o pecado e morram. 23 Mas os levitas executarão o ministério da tenda da congregação, e eles levarão sobre si a sua iniquidade; pelas vossas gerações estatuto perpétuo será; e no meio dos filhos de Israel nenhuma herança terão, 24 Porque os dízimos dos filhos de Israel, que oferecerem ao Senhor em oferta alçada, tenho dado por herança aos levitas; porquanto eu lhes disse: No meio dos filhos de Israel nenhuma herança terão.
“O dízimo é do Senhor, e aqueles que tocam nele serão punidos com a perda do tesouro celestial, a não ser que se arrependam. Que a obra deixe de ser prejudicada porque o dízimo foi desviado para várias finalidades diferentes daquela para a qual o Senhor o designou. É preciso providenciar recursos adicionais para essas outras modalidades de trabalho. É claro, elas devem ser mantidas, mas não com os recursos do dízimo. Deus não mudou; o dízimo ainda deve ser empregado no financiamento do ministério. A abertura de novos campos exige mais eficiência ministerial do que a que temos hoje, e por isso a tesouraria deve estar abastecida.” — Obreiros evangélicos, pp. 227 e 228.
“[Deus] confia Seus tesouros às mãos humanas, mas exige que separem dez por cento de tudo para ser investido em Sua obra. Ele exige que essa porção seja depositada em Sua tesouraria. Deve ser entregue a Ele como Sua por direito; é sagrada e deve ser usada para fins sagrados, para suprir com recursos os que levam a mensagem da salvação a todas as partes do mundo. Ele separa essa porção, o que significa que sempre pode estar fluindo para Sua tesouraria e, como resultado, a luz da verdade pode alcançar tanto aqueles que estão perto quanto os que estão longe. Ao obedecer fielmente a essa exigência, reconhecemos que tudo pertence a Deus.” — Testemunhos para a igreja, vol. 6, p. 386.
“Recebi uma mensagem muito clara e definida para ser transmitida ao nosso povo. Recebi a ordem de lhes dizer que estão cometendo um erro ao aplicar o dízimo em várias finalidades, as quais, ainda que sejam boas em si mesmas, não são o propósito para o qual o Senhor destinou o dízimo. Aqueles que o usam dessa forma estão se afastando da organização do Senhor. Deus julgará essas atitudes.” — Ibidem, vol. 9, p. 248.
Quinta-feira 2 de novembro - 5. O MINISTÉRIO
5A) Quem deveria acompanhar os levitas na coleta de fundos? Neemias 10:38.
Ne 10:38 — E que o sacerdote, filho de Arão, estaria com os levitas quando estes recebessem os dízimos, e que os levitas trariam os dízimos dos dízimos à casa do nosso Deus, às câmaras da casa do tesouro.
5B) O que os levitas deviam fazer com os dízimos para sustentar os sacerdotes? Números 18:26-28.
Nm 18:26-28 — Também falarás aos levitas, e dir-lhes-ás: Quando receberdes os dízimos dos filhos de Israel, que eu deles vos tenho dado por vossa herança, deles oferecereis uma oferta alçada ao Senhor, OS dízimos dos dízimos. 27 E contar-se-vos-á a vossa oferta alçada, como grão da eira, e como plenitude do lagar. 28 Assim também oferecereis ao Senhor uma oferta alçada de todos os vossos dízimos, que receberdes dos filhos de Israel, e deles dareis a oferta alçada do Senhor a Arão, o sacerdote.
“[Deus] confia Seus tesouros às mãos humanas, mas exige que separem dez por cento de tudo para ser investido em Sua obra. [...]
“E por acaso o Senhor não tem o direito de exigir isso de nós? Ele não entregou Seu Filho unigênito porque nos amou e desejou nos salvar da morte? E nossas ofertas de gratidão não deveriam fluir para dentro de Sua tesouraria a fim de financiarem o avanço de Seu reino aqui na Terra? Visto que Deus é o proprietário de todos os nossos bens, a gratidão a Ele não deveria nos incentivar a fazer ofertas voluntárias e ofertas de gratidão, reconhecendo assim Sua posse sobre nossa alma, nosso corpo, espírito e recursos? Se tivéssemos seguido o plano de Deus, agora haveria dinheiro fluindo para o Seu tesouro. Além disso, haveria fundos abundantes não apenas para custear a ida de ministros para novos campos, mas também para que obreiros se unissem a esses pastores visando erguer o estandarte da verdade nos lugares tenebrosos da Terra.” — Testemunhos para a igreja, vol. 6, p. 386.
5C) Como esse princípio se aplica à dispensação cristã, e qual será o resultado de nossa fidelidade em doar? 1 Coríntios 9:11-14; 2 Coríntios 9:6 e 7.
1Co 9:11-14 — Se nós vos semeamos as coisas espirituais, será muito que de vós recolhamos as carnais? 12 Se outros participam deste poder sobre vós, por que não, e mais justamente, nós? Mas nós não usamos deste direito; antes suportamos tudo, para não pormos impedimento algum ao evangelho de Cristo. 13 Não sabeis vós que os que administram o que é sagrado comem do que é do templo? E que os que de contínuo estão junto ao altar, participam do altar? 14 Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho.
2Co 9:6 e 7 — E digo isto: Que o que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância, em abundância ceifará. 7 Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria.
“As contribuições exigidas dos hebreus para fins religiosos e beneficentes abrangiam um quarto da renda. É de se esperar que uma taxa tão pesada sobre os recursos do povo os levasse à pobreza, mas, muito pelo contrário, a fiel obediência a esses regulamentos era uma das condições para a prosperidade deles.” — Patriarcas e profetas, p. 527.
Sexta-feira 3 de novembro - PARA VOCÊ REFLETIR
1. Que resultados a retenção de dízimos e ofertas produzirá em nossa vida pessoal?
2. O que podemos aprender com a vida de Elias sobre a importância de doar?
3. Como é possível desfazer uma maldição?
4. Para quem o dízimo foi especificamente reservado?
5. Os dízimos e ofertas foram projetados apenas para a adoração nas igrejas locais?