LIÇÃO 11

Heróis da fé

1º trimestre de 2024
Sábado, 16 de Março de 2024
“A fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não veem. Porque por ela os antigos alcançaram testemunho” (Hebreus 11:1 e 2).
“A fé que salva é uma transação pela qual aqueles que recebem a Cristo se unem num pacto de aliança com Deus. A fé genuína é vida. Uma fé viva significa um aumento do vigor, uma firme confiança pela qual a alma se torna um poder que vence.” — O Desejado de Todas as Nações, p. 347.
Estudo adicional: Obreiros evangélicos, pp. 258-263.

Domingo 10 de março - 1. ABEL
1A) Por que Deus aceitou Abel e sua oferta? Hebreus 11:4.
Hb 11:4 — Pela fé Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim, pelo qual alcançou testemunho de que era justo, dando Deus testemunho dos seus dons, e por ela, depois de morto, ainda fala.

“Abel compreendeu os grandes princípios da redenção. Ele se via como um pecador, e enxergava o pecado e sua penalidade, a morte, como um obstáculo entre sua alma e a comunhão com Deus. Ele levou a vítima sacrificada, a vida oferecida, reconhecendo assim as exigências da Lei quebrada. Pelo sangue derramado, ele contemplava o futuro sacrifício, ou seja, Cristo morrendo na cruz do Calvário. Assim, confiando na expiação que lá ocorreria, ele teve a certeza de que era justo e de que sua oferta havia sido aceita.” — Patriarcas e profetas, p. 72.

1B) Por que Deus rejeitou Caim e sua oferta? Hebreus 9:22.
Hb 9:22 — E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e sem der-ramamento de sangue não há remissão.

“Abel escolheu a fé e a obediência. Caim, por sua vez, escolheu a incredulidade e a rebelião. Aqui toda a questão se encerra.
“Caim e Abel representam duas classes que existirão no mundo até o fim dos tempos. Uma classe confia no sacrifício indicado para expiar o pecado, mas a outra se aventura a depender dos próprios méritos. O sacrifício deste último grupo não tem a virtude da mediação divina e, portanto, não é capaz de conduzir o ser humano ao favor de Deus. É somente pelos méritos de Jesus que nossas transgressões podem ser perdoadas.” — Ibidem, pp. 72 e 73.

Segunda-feira 11 de março - 2. NOÉ
2A) O que está escrito acerca de Noé? Gênesis 6:8, 9 e 22; Hebreus 11:7.
Gn 6:8, 9 e 22 — Noé, porém, achou graça aos olhos do Senhor. 9 Estas são as gerações de Noé. Noé era homem justo e perfeito em suas gerações; Noé andava com Deus. [...] 22 Assim fez Noé; conforme a tudo o que Deus lhe mandou, assim o fez.
Hb 11:7 — Pela fé Noé, divinamente avisado das coisas que ainda não se viam, temeu e, para salvação da sua família, preparou a arca, pela qual condenou o mundo, e foi feito herdeiro da justiça que é segundo a fé.

“Enquanto Noé transmitia sua mensagem de advertência ao mundo, suas ações comprovavam sua sinceridade. Foi assim que sua fé se aperfeiçoou e se tornou evidente. Ele deu ao mundo o exemplo de crer exatamente naquilo que Deus diz. Investiu todas as suas posses na construção da arca. À medida que ia construindo aquele enorme barco em terra seca, multidões vinham de todos os lados para contemplar a visão extraordinária e ouvir as palavras sinceras e fervorosas do notável pregador. Cada batida na arca era uma testemunha para o povo.” — Patriarcas e profetas, p. 95.

2B) Que comparação Jesus fez referente a estes últimos dias? Mateus 24:37-39.
Mt 24:37-39 — E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem. 38 Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, 39 E não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do homem.

“Os pecados que exigiam vingança contra o mundo antediluviano ainda existem hoje. O temor de Deus foi banido do coração humano, e as pessoas tratam Sua Lei com indiferença e desprezo. O intenso mundanismo daquela geração se iguala ao da geração que vive agora. [...] Deus não condenou os antediluvianos por comerem e beberem, pois Ele lhes havia dado os frutos da terra em grande abundância para suprir suas necessidades físicas. Seu pecado consistia em aceitar esses dons sem gratidão para com o Doador, e se degradarem, condescendendo com um apetite sem restrições. Não era errado eles se casarem. O matrimônio era uma ordenança divina, pois foi uma das primeiras instituições que Ele estabeleceu. O Senhor deu instruções especiais sobre essa ordenança, revestindo-a de santidade e beleza. Contudo, as pessoas esqueceram essas instruções e perverteram o casamento, transformando-o numa ferramenta para satisfazer a paixão.
“Uma situação semelhante existe agora. Aquilo que em si mesmo é legítimo, é levado ao excesso. As pessoas satisfazem o apetite sem restrições. Os que hoje afirmam ser seguidores de Cristo estão comendo e bebendo com os ébrios (Mateus 24:49), enquanto seus nomes permanecem registrados nos respeitados livros da igreja. A intemperança entorpece as faculdades morais e espirituais e prepara o caminho para a satisfação das paixões mais baixas. Multidões se sentem livres de qualquer obrigação moral de conter a sensualidade e se tornam escravas das paixões sexuais. Homens têm vivido na busca dos prazeres dos sentidos neste mundo, e apenas para esta vida. A extravagância se espalha por todas as camadas sociais. A integridade é sacrificada em troca de luxo e ostentação. Aqueles que se apressam em enriquecer pervertem a justiça e oprimem os pobres, e ‘corpos e almas de homens’ (Apocalipse 18:13) ainda são comprados e vendidos. Fraude, suborno e roubo percorrem lugares altos e baixos. A mídia está cheia de relatos de assassinatos — crimes tão frios e sem motivo, que dão a entender que todo instinto humano desapareceu.” — Ibidem, pp. 101 e 102.

Terça-feira 12 de março - 3. JACÓ
3A) Que pecado terrível manchou a experiência de Jacó? Gênesis 25:29-33; Gênesis 27:18-24.
Gn 25:29-33 — E Jacó cozera um guisado; e veio Esaú do campo, e estava ele cansado; 30 E disse Esaú a Jacó: Deixa-me, peço-te, comer desse guisado vermelho, porque estou cansado. Por isso se chamou Edom. 31 Então disse Jacó: Vende-me hoje a tua primogeni-tura. 32 E disse Esaú: Eis que estou a ponto de morrer; para que me servirá a primogenitu-ra? 33 Então disse Jacó: Jura-me hoje. E jurou-lhe e vendeu a sua primogenitura a Jacó.
Gn 27:18-24 — E foi ele a seu pai, e disse: Meu pai! E ele disse: Eis-me aqui; quem és tu, meu filho? 19 E Jacó disse a seu pai: Eu sou Esaú, teu primogênito; tenho feito como me disseste; levanta-te agora, assenta-te e come da minha caça, para que a tua alma me abençoe. 20 Então disse Isaque a seu filho: Como é isto, que tão cedo a achaste, filho meu? E ele disse: Porque o Senhor teu Deus a mandou ao meu encontro. 21 E disse Isaque a Jacó: Chega-te agora, para que te apalpe, meu filho, se és meu filho Esaú mesmo, ou não. 22 Então se chegou Jacó a Isaque seu pai, que o apalpou, e disse: A voz é a voz de Jacó, porém as mãos são as mãos de Esaú. 23 E não o conheceu, porquanto as suas mãos estavam cabeludas, como as mãos de Esaú seu irmão; e abençoou-o. 24 E disse: És tu meu filho Esaú mesmo? E ele disse: Eu sou.

“Jacó e Rebeca tiveram sucesso em seu propósito, mas o engano que praticaram lhes trouxe apenas problemas e tristeza. Deus havia declarado que Jacó receberia o direito de primogenitura, e Sua palavra se cumpriria no tempo dEle se eles tivessem esperado com fé pela atuação divina. Mas, como muitos que agora afirmam ser filhos de Deus, eles estavam relutantes em deixar o assunto nas mãos do Senhor. Rebeca se arrependeu amargamente do mau conselho que havia dado a seu filho; isso foi o meio de separá-lo dela, e ela nunca mais viu o rosto dele. Desde que recebeu o direito de primogenitura, Jacó se sobrecarregou de angústia emocional causada pela autocondenação. Ele havia pecado contra o pai, o irmão, sua própria alma e contra Deus. Num breve instante, ele cometeu um ato que produziu arrependimento para toda a sua vida. Essa cena permaneceu clara diante dele ao longo dos anos seguintes, quando as más escolhas de seus filhos o oprimiram.” — Patriarcas e profetas, p. 180.

3B) Quando Jacó finalmente alcançou perdão e justificação? Gênesis 32:24-31.
Gn 32:24-31 — Jacó, porém, ficou só; e lutou com ele um homem, até que a alva subiu. 25 E vendo este que não prevalecia contra ele, tocou a juntura de sua coxa, e se deslocou a juntura da coxa de Jacó, lutando com ele. 26 E disse: Deixa-me ir, porque já a alva subiu. Porém ele disse: Não te deixarei ir, se não me abençoares. 27 E disse-lhe: Qual é o teu nome? E ele disse: Jacó. 28 Então disse: Não te chamarás mais Jacó, mas Israel; pois como príncipe lutaste com Deus e com os homens, e prevaleceste. 29 E Jacó lhe perguntou, e disse: Dá-me, peço-te, a saber o teu nome. E disse: Por que perguntas pelo meu nome? E abençoou-o ali. 30 E chamou Jacó o nome daquele lugar Peniel, porque dizia: Tenho visto a Deus face a face, e a minha alma foi salva. 31 E saiu-lhe o sol, quando passou a Peniel; e manquejava da sua coxa.

“Com clamores e lágrimas sinceras, [Jacó] apresentou sua oração diante de Deus. De repente, sentiu o toque de uma mão forte em seu ombro. [...] Enquanto ele lutava assim por sua vida, o peso da culpa lhe oprimia a alma; seus pecados se erguiam perante ele, prontos para afastá-lo de Deus. Mas em sua terrível aflição, lembrou-se das promessas divinas, e toda a sua alma suplicava por misericórdia. [...] Era Cristo, o ‘Anjo do Concerto’, que havia Se revelado a Jacó. O patriarca estava agora ferido e sofrendo a mais aguda dor física, mas não relaxaria seu aperto. Arrependido e quebrantado, apegou-se ao Anjo; ‘chorou, e Lhe suplicou’ (Oseias 12:4), implorando por uma bênção. O patriarca precisava ter a certeza de que havia alcançado perdão. A dor física não foi suficiente para desviá-lo dessa meta. Sua determinação cresceu, sua fé se tornou mais fervorosa e perseverante, até o último momento. O Anjo tentou Se soltar, insistindo: ‘Deixa-me ir, porque já a alva subiu’, mas Jacó respondeu: ‘Não Te deixarei ir se me não abençoares’. Se essa atitude tivesse nascido de uma confiança presunçosa e arrogante, Jacó teria sido instantaneamente destruído, mas ela nasceu da certeza de alguém que confessa a própria indignidade e, ao mesmo tempo, confia num Deus fiel que garante o Seu concerto.
“Jacó ‘lutou com o Anjo e prevaleceu’ (Oseias 12:4). Pela humilhação, arrependimento e a entrega de si mesmo, esse pecador e errante mortal prevaleceu perante a Majestade do Céu. Ele havia se apegado, trêmulo, às promessas divinas, e o coração de Amor Infinito não pôde recusar a súplica do pecador.” — Ibidem, p. 197.

Quarta-feira 13 de março - 4. SANSÃO
4A) Explique o plano de Deus para Sansão. Juízes 13:4 e 5.
Jz 13:4 e 5 — Agora, pois, guarda-te de beber vinho, ou bebida forte, ou comer coisa imunda. 5 Porque eis que tu conceberás e terás um filho sobre cuja cabeça não passará navalha; porquanto o menino será nazireu de Deus desde o ventre; e ele começará a livrar a Israel da mão dos filisteus.

“Para a esposa sem filhos de Manoá, ‘o Anjo de Jeová’ apareceu com a mensagem de que ela teria um filho, por meio do qual Deus começaria a libertar Israel. Em vista disso, o Anjo deu instruções a ela sobre os próprios hábitos e o tratamento a ser dado ao filho. [...] E a mesma restrição seria imposta, desde o início, à criança, com a adição de que não passaria navalha em seu cabelo, pois ele seria consagrado a Deus como nazireu.” — Patriarcas e profetas, p. 560.

4B) Que advertência podemos extrair do primeiro grande erro de Sansão? Juízes 14:1-3.
Jz 14:1-3 — E DESCEU Sansão a Timnate; e, vendo em Timnate uma mulher das filhas dos filisteus, 2 Subiu, e declarou-o a seu pai e a sua mãe, e disse: Vi uma mulher em Timnate, das filhas dos filisteus; agora, pois, tomai-ma por mulher. 3 Porém seu pai e sua mãe lhe disseram: Não há, porventura, mulher entre as filhas de teus irmãos, nem entre todo o meu povo, para que tu vás tomar mulher dos filisteus, daqueles incircuncisos? E disse Sansão a seu pai: Toma-me esta, porque ela agrada aos meus olhos.

“Estando prestes a entrar na idade adulta, o tempo em que deveria executar sua missão divina — a época acima de todas as outras em que deveria ter sido fiel a Deus —, Sansão se associou com os inimigos de Israel. Ele não questionou se poderia glorificar melhor a Deus ao se unir ao objeto escolhido, ou se estava se colocando numa posição em que não poderia cumprir o propósito de sua vida. Para todos que buscam em primeiro lugar honrá-lO, Deus prometeu sabedoria, mas não há promessa alguma para aqueles que estão decididos a buscar apenas o próprio prazer.” — Ibidem, p. 563.
“Muitos confundem paixões fortes com um caráter forte, mas a verdade é que aquele que é controlado por suas paixões é um homem fraco. A verdadeira grandeza humana se mede pelo poder dos sentimentos que a pessoa controla, não pelo poder dos sentimentos que a controlam. [...]
“Aqueles que são submetidos a provações durante o cumprimento do dever podem ter certeza de que Deus os guardará. Por outro lado, se as pessoas propositalmente se colocam sob o poder da tentação, mais cedo ou mais tarde cairão.
“Satanás emprega seu máximo poder para desviar aqueles a quem Deus pretende usar como instrumentos para uma obra especial. Ele nos ataca em nossos pontos fracos, trabalhando por meio de defeitos de caráter para ganhar controle sobre o ser inteiro. Ele sabe que, se esses defeitos forem nutridos, terá sucesso.” — Ibidem, pp. 567 e 568.

4C) Após ser infiel ao seu voto, o que aconteceu com Sansão? Juízes 16:4 e 21. Que nível de arrependimento ele demonstrou por causa de seus pecados? Juízes 16:22, 28-30; Hebreus 11:32.
Jz 16:4 e 21 — E depois disto aconteceu que se afeiçoou a uma mulher do vale de Sore-que, cujo nome era Dalila. [...] 21 Então os filisteus pegaram nele, e arrancaram-lhe os olhos, e fizeram-no descer a Gaza, e amarraram-no com duas cadeias de bronze, e girava ele um moinho no cárcere.
Jz 16:22, 28-30 — E o cabelo da sua cabeça começou a crescer, como quando foi rapado. [...] 28 Então Sansão clamou ao Senhor, e disse: Senhor DEUS, peço-te que te lembres de mim, e fortalece-me agora só esta vez, ó Deus, para que de uma vez me vingue dos filis-teus, pelos meus dois olhos. 29 Abraçou-se, pois, Sansão com as duas colunas do meio, em que se sustinha a casa, e arrimou-se sobre elas, com a sua mão direita numa, e com a sua esquerda na outra. 30 E disse Sansão: Morra eu com os filisteus. E inclinou-se com força, e a casa caiu sobre os príncipes e sobre todo o povo que nela havia; e foram mais os mortos que matou na sua morte do que os que matara em sua vida.
Hb 11:32 — E que mais direi? Faltar-me-ia o tempo contando de Gideão, e de Baraque, e de Sansão, e de Jefté, e de Davi, e de Samuel e dos profetas,

“Sendo humilhado ao ponto de se tornar uma diversão para os filisteus, Sansão aprendeu mais de sua própria fraqueza em meio ao sofrimento do que jamais havia compreendido. Suas angústias o conduziram ao arrependimento.” — Vidas que falam, p. 136.

Quinta-feira 14 de março - 5. JOSÉ
5A) Que erros José e Jacó, seu pai, cometeram contra o restante dos filhos? Gênesis 37:2 e 3. O que o ódio contra José levou os irmãos a fazerem com ele? Gênesis 37:28-36.
Gn 37:2 e 3 — Estas são as gerações de Jacó. Sendo José de dezessete anos, apascentava as ovelhas com seus irmãos; sendo ainda jovem, andava com os filhos de Bila, e com os filhos de Zilpa, mulheres de seu pai; e José trazia más notícias deles a seu pai. 3 E Israel amava a José mais do que a todos os seus filhos, porque era filho da sua velhice; e fez-lhe uma túnica de várias cores.
Gn 37:28-36 — Passando, pois, os mercadores midianitas, tiraram e alçaram a José da cova, e venderam José por vinte moedas de prata, aos ismaelitas, os quais levaram José ao Egito. 29 Voltando, pois, Rúben à cova, eis que José não estava na cova; então rasgou as suas vestes. 30 E voltou a seus irmãos e disse: O menino não está; e eu aonde irei? 31 Então tomaram a túnica de José, e mataram um cabrito, e tingiram a túnica no sangue. 32 E enviaram a túnica de várias cores, mandando levá-la a seu pai, e disseram: Temos achado esta túnica; conhece agora se esta será ou não a túnica de teu filho. 33 E conhe-ceu-a, e disse: É a túnica de meu filho; uma fera o comeu; certamente José foi despedaça-do. 34 Então Jacó rasgou as suas vestes, pôs saco sobre os seus lombos e lamentou a seu filho muitos dias. 35 E levantaram-se todos os seus filhos e todas as suas filhas, para o consolarem; recusou porém ser consolado, e disse: Porquanto com choro hei de descer ao meu filho até à sepultura. Assim o chorou seu pai. 36 E os midianitas venderam-no no Egito a Potifar, oficial de Faraó, capitão da guarda.

“A afeição [de Jacó por José] se tornaria uma causa de problemas e tristeza. Jacó manifestou de forma imprudente sua preferência por José, e isso despertou o ciúme dos outros filhos. À medida que José testemunhava a má conduta dos irmãos, ficava profundamente perturbado. Ele se atreveu a repreendê-los respeitosamente, mas isso apenas aumentou o ódio e o ressentimento deles. Ele não aguentava mais vê-los pecando contra Deus, e contou tudo ao seu pai na esperança de que a autoridade paterna pudesse levá-los a se corrigir.” — Patriarcas e profetas, p. 209.
“Tornar-se um escravo era um destino mais temido que a morte. Em uma agonia de terror, [José] apelou a um e a outro de seus irmãos, mas foi inútil. [...] Endurecendo o coração contra o desespero de José, eles o entregaram aos comerciantes pagãos.” — Ibidem, pp. 211 e 212.

5B) Como Deus mudou o curso da vida de José? Romanos 8:28; Gênesis 45:4-8.
Rm 8:28 — E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.
Gn 45:4-8 — E disse José a seus irmãos: Peço-vos, chegai-vos a mim. E chegaram-se; então disse ele: Eu sou José vosso irmão, a quem vendestes para o Egito. 5 Agora, pois, não vos entristeçais, nem vos pese aos vossos olhos por me haverdes vendido para cá; porque para conservação da vida, Deus me enviou adiante de vós. 6 Porque já houve dois anos de fome no meio da terra, e ainda restam cinco anos em que não haverá lavou-ra nem sega. 7 Pelo que Deus me enviou adiante de vós, para conservar vossa sucessão na terra, e para guardar-vos em vida por um grande livramento. 8 Assim não fostes vós que me enviastes para cá, senão Deus, que me tem posto por pai de Faraó, e por senhor de toda a sua casa, e como regente em toda a terra do Egito.

“A vida de José é um símbolo da vida de Cristo. [...]
“Por meio de sua escravidão no Egito, José se tornou um salvador para a família de seu pai. Todavia, esse fato não diminuiu a culpa de seus irmãos. Da mesma forma, a crucificação de Cristo por Seus inimigos fez dEle o Redentor da humanidade, o Salvador da raça caída e o Governante do mundo inteiro, mas o crime de Seus assassinos continuava sendo tão hediondo como se a mão providencial de Deus não tivesse controlado os eventos para a Sua própria glória e o bem da humanidade.” — Ibidem, p. 239.

Sexta-feira 15 de março - PARA VOCÊ REFLETIR
1. Como podemos seguir a conduta espiritual de Abel em vez da de Caim?
2. Quais seriam os sinais de que somos cristãos seguindo os passos de Noé?
3. Explique o segredo para a vitória de Jacó, apesar de seu grande pecado.
4. Como os pais podem orientar seus filhos para evitar que a queda de Sansão se repita neles?
5. Por que a obra de Deus na vida de Jacó pode nos encorajar?



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